[Crítica] Sabaton – The Art of War

By dxvolt

Sabaton – The Art of War
Data de Lançamento: Maio 2008
Género: Power Metal
Editora: Black Lodge Records

1. “Sun Tzu Says”
2. “The Ghost Division”
3. “The Art of War”
4. “40:1″
5. “Unbreakable”
6. “The Nature of Warfare”
7. “Cliffs of Gallipoli”
8. “Talvisota”
9. “Panzerkampf”
10. “Union (Slopes of St. Benedict)”
11. “The Price of a Mile”
12. “Firestorm”
13. “A Secret”

Os suecos dos Sabaton são uma banda formada no virar do século, em 1999 com o seu promo CD “First for Fight” a ver a luz do dia em 2000.
Uma banda que apresenta um power/heavy-metal com a temática de guerra e bravura provavelmente inspirados em Manowar. Este álbum precede o relançamento de Metallizer em 2007 que tinha sido o seu álbum de estreia cinco anos antes devido aos direitos da gravação terem pertencido a sua primeira gravadora, Nocturnal Symphony tem esta só passado este tempo concordado em ceder o material à actual Black Lodge Records, mal isso aconteceu o álbum foi então lançado com o novo selo.

The Art of War começa com uma vigorante “Ghost Division” que introduz o seu power-metal cheio de força e carisma. O tema desta faixa é a divisão de tanques de Rommel em relação à invasão francesa.
“The Art of War” consegue ser mais pausada, lenta e forte em bateria. Segue “40 To 1″ na senda com vocais sempre a rasgar sem no entanto parecer exagerados, faixa com coros de fundo muito ao jeito de bandas sonoras de filmes sobre guerreiros. Esta é sem duvida das mais marcantes de todo o disco. Esta faixa é carregada do mesmo sentimento pautado nas anteriores, sendo este registo de resto muito constante. Depois da intro de “The Nature of Warfare” sem nada a registar somos introduzidos à magnifica “Cliffs of Gallipoli”, um toque celta onde brilha o piano muito bem interligado diga-se. “Talvisota” é mais curta mas mais metaleira, destaque óbvio para op solo na metade final da faixa.
As duas seguintes não são particularmente as melhores do álbum “Panzerkampf” e “Union (Slopes of S.Benedit)” e são facilmente puxadas a frente pela dupla seguinte que só fecha o album cedo demais deixando um pouco sabor a pouco. “Firestorm” é sem duvida um misto de sensações pautável. “A Secret” são 38 segundos de nada.

O álbum bebe inspirações a diversas guerras e acontecimentos históricos como a invasão de França, a 1ª e 2ª guerras mundiais, batalha do Kurdistão e ainda o livro Sun Tzu.

Se tiver de apontar algo menos bom a este disco será o som muito constante logo muito parecido em si um pouco por todas as 10 faixas principais. Inovação não mora aqui sendo simplesmente uma continuação do que o grupo já nos tinha mostrado ao longo dos seus quase 10 anos de existência que aliás completam para o ano que vem.

notas8

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2 Respostas para “[Crítica] Sabaton – The Art of War”

  1. Danic Diz:

    n conheco lol

  2. Sergio Mira Diz:

    Opa!

    Realmente não é uma inovação esse disco, mas essa banda não é, definitivamente, mais uma de power metal tentando fazer um som rápido e pesado.

    O tema abordado é muito bem trabalhado, as melodias são bem feitas, embora não saiam muito do comum.

    Mas, na verdade, tudo o que sai dos limites acaba estrapolando os mesmos, a notar por bandas que nem preciso citar quais, que decidiram “inovar” e acabaram se perdendo em meio a tanta coisa nova, divulgando som de muito baixa qualidade.

    Sabaton é muito foda, e esse novo álbum, mais foda ainda.
    É o mesmo que se vc enjoasse, temporariamente, de alguma banda que vc gosta muito e conhecesse outra, no mesmo estilo, só que com novas letras e melodias parecidas.

    CHEGA DE INOVAÇÃO.

    Vamos manter o original.

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