[Crítica] Metallica – Reload

By M0chit0

Metallica – Reload
Data de lançamento: Novembro 1997
Género: Heavy Metal
Editora: Elektra Records

Tracklist:

1. “Fuel” (4:30)
2. “The Memory Remains” (4:39)
3. “Devil’s Dance” (5:19)
4. “The Unforgiven II” (6:37)
5. “Better than You” (5:22)
6. “Slither” (5:13)
7. “Carpe Diem Baby” (6:12)
8. “Bad Seed” (4:05)
9. “Where the Wild Things Are” (6:54)
10. “Prince Charming” (6:05)
11. “Low Man’s Lyric” (7:37)
12. “Attitude” (5:16)
13. “Fixxxer” (8:15)

Lineup:

James Hetfield – vocais, guitarra
Kirk Hammett – guitarra
Jason Newsted – baixo
Lars Ulrich – bateria

Após o lançamento de “Load” e de mais um grande sucesso comercial, a banda lançou no ano seguinte o famoso “Reload”. E o que traz este “Reload” assim de tão especial que o torne famoso? Além de ter vendido bastante bem, foi um álbum “capaz” de nos recordar por breves instantes algumas raízes da banda, voltando alguma da sonoridade mais pesada dos Metallica, sem, no entanto, se comparar de perto com o Thrash da década de 80.

O álbum começa muito bem com as espectaculares “Fuel” e “The Memory Remains”. A primeira é completamente explosiva e voltam os solos magníficos de Kirk Hammett. A segunda, apesar de não ser ao bom estilo da banda nos seus tempos de glória, consegue transmitir uma grande melodia e um som espectacular, onde James faz um grande trabalho vocal.

“Devil’s Dance” é um som mais lento, pesado, mas muito bem concebido, principalmente na transição do refrão para a letra principal, a nível das guitarras de James Hetfield e Kirk Hammett.

“The Unforgiven II” é uma balada ao género dos Metallica, mas peca por ser demasiado semelhante a “The Unforgiven” do “The Black Album” e não é tão emotiva. Faz lembrar “Nothing Else Matters” e é uma faixa que a mim não me diz nada.

A partir daqui só voltamos a encontrar boa qualidade em “Prince Charming” que é provavelmente a melhor faixa do álbum, a par de “Fuel”. No entanto não esperem nada do género Thrash. E em “Attitude” que é viciante pela sua sonoridade bem ao estilo Hard Rock norte-americano.

E o álbum fica por aqui. As restantes faixas soam demasiado “Load”, o que é mau. Ainda podia destacar “Low Man’s Lyric”, mas parece que vai sair algo de jeito da música e depois… nada. O mesmo para “Fixxxer” que apesar de conter algumas fases boas na sua composição, se torna maçadora.

Provavelmente um bocado melhor que “Load”, este trabalho dos Metallica vale essencialmente pelas canções “Fuel”, “The Memory Remains”, “Devil’s Dance”, “Prince Charming” e “Attitude”. Pode-se dizer que a banda ainda estava em experimentações e a procurar novos caminhos. Ficamos com a ideia no inicio do álbum que a banda se preparava para algo do género “The Black Album”, mas infelizmente isso não aconteceu.

notas75

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3 Respostas para “[Crítica] Metallica – Reload”

  1. Kimi Diz:

    devil’s dance e memory remains… pra mim este album nao tem mais nada

  2. «miglaxga» Diz:

    sim. essas duas são na minha opinião as melhores deste album incluindo também a The Unforgiven II. Metallica neste album fujio um pouco ao seu estilo original. neste e noutros. mas os Metallica são mesmo assim, não teem medo de explorar novos sons. e as suas musicas sao influenciados pelo estado de espirito da banda como podemos ver em St. Anger. Cumps.

  3. mike Diz:

    É a minha banda preferida mas, tenho de admitir que não sei o que estavam a procura quando gravaram estes albums. apenas posso dizer que estavam muito além adquilo que eles realmente são. algumas músicas eram boas de se ouvir mas não estava com nada.

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