[Crítica] Iron Maiden – Brave New World

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Iron Maiden – Brave New World
Data de lançamento: 2000
Género: Heavy Metal
Editora: EMI

2000 fica marcado pela lançamento de Brave New World, um álbum memorável da melhor banda da história do Metal.

Criticar um álbum dos Iron Maiden não é fácil. Falar mal é difícil, muito difícil. Na década de 90 a banda passou pela pior fase da sua história, alcançando más vendas nos álbuns lançados (The X Factor e Virtual XI) e sobretudo com reacções negativas por parte dos fãs em relação ao vocalista Blaze Bayley e o som praticado pela banda. No entanto, em 1999 deu-se o que toda a gente queria. Blaze Bayley saiu da banda (amigavelmente segundo se consta) e Bruce Dickinson e Adrian Smith estavam de volta e com a excelente noticia de que Janick Gers continuaria na banda como guitarrista. É então em 2000 que este tão aguardado Brave New World é lançado. Com a produção a cargo de Steve Harris e Kevin Shirley, muito se especulou se a banda continuaria a praticar o som dos dois álbuns anteriores ou se retornaria o velho som da banda. Brave New World assume-se noutra direcção mais técnica e elaborada o que o torna na minha opinião o álbum memorável. A música de abertura Wicker Man é de provocar arrepios na espinha! Adrian Smith começa com um riff estrondoso e a música entre rapidamente no ouvido com um refrão marcante. Ghost Of The Navigator tem um inicio calmo para depois entrar num verdadeiro épico musical. Pesada e com melodias muito bem elaboradas, na minha opinião é um clássico. A faixa seguinte, Brave New World é das minhas preferidas. Letra, composição, vocais e melodia, tudo funciona perfeitamente. Bruce mostra porque os Maiden precisam dele, Bruce mostra porque é o melhor cantor de Metal da actualidade. Blood Brothers é das faixas mais bonitas dos Iron Maiden. Grande refrão e excelente melodia, Bruce mais uma vez esmera-se nos vocais. De seguinda vem a bruta e espectacular The Mercenary. Puro Metal que os Maiden descarregaram nesta música. Tem um refrão espectacular que ai vivo se torna lindo ao ouvir toda a gente a cantar. Dream Of Mirros… Clássico! Uma das minhas preferidas. Ritmo lento ao inicio, com Bruce a cantar de maneira soberba e o som a entrar-nos no ouvido lentamente que depois se torna numa das mais belas faixas do álbum. Excelente música sem dúvida.Fallen Angel é rápida, pesada, técnica e muito bem elaborada. Tem tudo. The Nomad, outro clássico. Inicio fantástico, Bruce detona nos vocais (este homem é um Deus) e esta música possui um dos solos mais bonitos feitos pelos Maiden até á data. Out Of The Silent Planet é daquela músicas que ficam na nossa cabeça. Simples mas muito bem elaborada pela banda, excelente refrão e melodia fantástica. O álbum termina com mais um grande som. The Thin Line Between Love and Hate tem peso, ritmos lentos, solos fantásticos, uma letra memorável e um excelente trabalho feito pela banda.

Resumindo, Brave New World marcou o regresso da banda aos grandes momentos. E pelo que vejo hoje, esses grandes momentos estão para durar.

Nota: 10/10

 

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