Lars Ulrich diz que o “Metal está vivo e bem”

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A RollingStone.com entrevistou o baterista dos Metallica, Lars Ulrich, no passado dia 19 de Abril, durante a sessão de autógrafos do Dia da Loja de Discos, na Califórnia. Uma parte da conversa pode ser lida em baixo:

RollingStone.com: Vocês foram um dos primeiros artistas a processar por causa da quebra de direitos de autor e a falar sobre os aspectos dos downloads. Oito anos depois, bandas como os Radiohead acolheram a internet. Você mudou a sua posição a respeito disso?

Ulrich: “Nós temos FLACs e MP3s à venda. Nunca foi por causa do download em si. Nós temos o Vault, onde você pode fazer o download de concertos de á vinte anos atrás, de graça, completos, e existe há anos. Você pode fazer o download de concertos recentes, dias depois de terem acontecido, pagando. Naquela época, havia uma questão bem maior sobre quem deixou. Nós dissemos, ‘Espera um pouco, deveria ser o artista’. Então todo o inferno aconteceu e nós ficamos de lado um tempo. Nós sempre fomos independentes e controladores, o que às vezes nos causa problemas. É por isso que nós existimos e por isso que todas essas pessoas apareceram”.

RollingStone.com: E assim que esse disco acabar…

Ulrich: “Sabe, este é o nosso último disco no contrato com a Warner, então estamos a ver como poderemos juntar tudo”.

RollingStone.com: Como um acordo de direitos múltiplos com a Live Nation?

Ulrich: “Hmm, nós nunca nos vendemos dessa forma, com todo o respeito. Nós queremos ser os mais livres como músicos possíveis. Nós temos observado os Radiohead e os Trent Reznor e em vinte e sete anos ou seja lá quanto tempo demorará para o próximo disco, nós investigaremos tudo em termos de possibilidades com a Internet”.

RollingStone.com: O que você pode dizer sobre trabalhar com o génio louco Rick Rubin neste próximo álbum?

Ulrich: “Génio louco? Você conhece-o [risos]. Tem sido um ano excelente, e tem sido muito divertido – uma oportunidade de reinventar a roda de novo. É óptimo ter alguém que se senta lá e joga as coisas na sua cara. Ele não é muito metódico; é tudo sobre a vibração e o momento. Nós estávamos interagindo e tocando mais um com o outro. Havia pouco método em sua loucura, mas você aprende a confiar nele e a lidar com isso”.

RollingStone.com: Você pensou sobre o clima em que vocês lançarão este novo álbum? Qual é o estado do Metal hoje?

Ulrich: “Metal está vivo e bem, e melhor do que tem sido há muitos anos. É como se a maior parte do Metal dos anos 70 e 80 ainda fosse reverenciada. Parece que a maior parte dos garotos de 14 anos gostam de Deep Purple, Iron Maiden, Judas Priest, ao contrário de alguma coisa alternativa, grunge ou especialmente os rap-rocks dos anos 90. Quando você está no meio há um tempo, tende-se a desligar de círculos, mas parece que existe uma ressurreição mais profunda e mais penetrante nas mentes das pessoas de 14 anos de todo o mundo. É inacreditável”.

Entrevista completa em inglês em neste local.

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