[Crítica] Testament – The Formation of Damnation

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Testament – The Formation of Damnation
Data de Lançamento: Abril 2008
Género: Thrash Metal
Editora: Nuclear Blast Records

1. For The Glory of
2. More than Meets the Eye
3. The Evil has Landed
4. Formation of Damnation
5. Dangers of The Faithless
6. The Persecuted Won’t Gorget
7. Hechman Ride
8. Killing Season
9. Afterife
10. F.E.A.R.
11. Leave Me Forever

Testament, banda originária de San Franscisco, California a mesma Bay Arena que deu a luz bandas como Metallica, Forbidden ou Exodus. Estas formam o quarteto mais forte fundador do thrash metal, género mais agressivo e cru que o heavy-metal de outras bandas da altura. Formados em 1983 pode-se dizer que a banda nunca alcançou a fama de Metallica, mas nem por isso tem menos mérito sobretudo considerando que estes sempre se mantiveram fiéis ao seu som de origem e nunca divagaram por paragens menos dúbias. Chuck Billy (vocal), Eric Peterson (guitarra), Alex Skolnick (guitarra), Greg Christian (baixo) e Paul Bostaph (bateria) formam o grupo actual desde o ano passado apenas com o baterista não fazendo parte da formação original.

2008 é o ano do lançamento de “The Formation of Damnation” e marca o periodo melhor que a banda californiana atravessa sem dúvida, tendo neste pilar a sua fase de maior sucesso comercial. O álbum apresenta-se como sempre muito técnico e pesado ao longo das suas dez faixas que não chegam a 50 minutos no total.

O album começa da melhor forma possível com a “For the Glory Of” e “More Than meets the Eye”, clássicos instantâneos. Já Evil Has Landed serve como que uma ponte para a mais negra e death metal The Formation of Damnation, grande faixa. Dangers of the Faithless é mais encadeada e técnica, com menos pujança que o inicio com solo digno. “The Persectuted Won’t forget”, a meio do trabalho é muito audivel especialmente quando nos faz lembrar de anteriores composições do grupo, partindo do principio que não é o primeiro álbum deles que ouvem. “Hechman Ride” não me deixa grandes lembranças, faixa muito regular. Já a próxima “Killing Season” consegue subir um pouco a fasquia desde a primeirissima e relembra-nos o porque de serem mestres dentro do estilo, grande força colectiva. “Afterlife” não é uma cover de Dream Theater mas também não chega-lhe a tocar enquanto composição, esta versão é mais ligeira mais fácil de ouvir. Passando agora a “F.E.A.R” que pode significar medo ou first encounter Assault Recon, ou então pode não significar nada disto e so eu que já estou a ser possuido pela danação mordaz do álbum, bem mais provável! A última é “Leave Me Forever” que por breves momentos nos faz lembrar do inicio de Peace Sells dos Megadeth, certamente uma possivel inspiração, até o vocal soa do mesmo jeito que Dave Mustaine uma faixa com altos e baixos em boa sequência e que nos leva a pensar que os “velhinhos” Testament estão de volta e em força num concerto perto de si, ou então não ja que até ao momento não há data para o nosso Portugal. Não desesperem mesmo assim.

notas9

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