[Crítica] Dream Theater – Systematic Chaos

by

Dream Theater – Systematic Chaos
Data de Lançamento: Junho 2007
Género: Metal Progressivo
Editora: Roadrunner Records

1. “In The Presence of Enemies Pt.1” – 9:00
2. “Forsaken” – 5:36
3. “Constant Motion” – 6:55
4. “The Dark Eternal Night” – 8:51
5. “Repentance” – 10:43
6. “Prophets Of War” – 6:01
7. “The Ministry of Lost Souls” – 14:57
7. “In The Presence of Enemies Pt.2” – 16:38

Dream Theater são considerados os deuses do metal progressivo provavelmente desde há 20 anos para cá.
Mike Portnoy, John Petrucci, James LaBrie, Jordan Rudesse e John Myung completam a banda dos sonhos.
Vindos do EUA, lançaram já imensos álbuns onde se encontram “Images and Words”, “Awake”, “Scenes of a memory”, “Six Degrees of Inner Turbulence” e “Train of Thought”. Discos que marcaram o género e que ajudaram o grupo a vender cerca de 20 milhões de discos mundiais.

Em 2007 lançam o muito esperado Systematic Chaos sucessor de Octavarium de 2005 e depois do DVD Score que assinalou os 20 anos da banda com uma digressão muito bem sucedida.
Este álbum pode dizer-se que é inovador mesmo que não chegue a agradar alguns fãs. O disco é negro, pesado, com poucas faixas mas longíssimas, duas delas a passar os 15 minutos de duração e uma pouco mais de 10.
“In the Presence of Enemies” é marcante, 9 minutos de pura mostra da técnica do grupo. “Forsaken” é uma das melhores do disco indiscutivelmente e com tudo para se tornar um clássico. Dona de vocais negros, introspectivos e uma melodia cativante alternando entre o calmo e pesado, curiosamente a mais curta do disco.
“Constant Motion” respira progressivo por todos os poros, faixa insana irrequieta descontente. Passamos para “The Dark Eternal Night” com vocais mais grosseiros numa modificação do registo de LaBrie. “Repetance” é mais calma, uma balada fantásctica com 10.43min. Um viagem de sentidos sem sairmos do sofá.
Já “Profeths of War” introduz elementos electrónicos de uma forma mais notória, a soar a algo diferente.
Épico é o que se pode dizer das últimas duas faixas extremamente compridas que dão para o grupo condensar tudo o que sabem praticamente num misto técnico e experimental que conseguem marcar este como um bom albúm, com uma direcção diferente do seu antecessor mas mais maduro e consciente. Um disco dificil mas proveitoso.

notas9

Etiquetas: , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: