[Crítica] Judas Priest – Painkiller

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Judas Priest – Painkiller
Data de lançamento: Setembro 1990
Género: Heavy Metal
Editora: Columbia Records

  1. “Painkiller” – 6:06
  2. “Hell Patrol” – 3:37
  3. “All Guns Blazing” – 3:58
  4. “Leather Rebel” – 3:35
  5. “Metal Meltdown” – 4:48
  6. “Night Crawler” – 5:45
  7. “Between the Hammer & the Anvil” – 4:49
  8. “A Touch of Evil” – 5:45
  9. “Battle Hymn” – 0:58
  10. “One Shot at Glory” – 6:49

Culminando aquilo que seria o fim da era de Rob Halford nos Judas Priest (sim, ele já voltou!), Painkiller é dos melhores álbuns da banda e um dos melhores álbuns da história do Metal na minha opinião. Depois de lançar vários álbuns clássicos e bastante influentes durante a década de 70 e 80, os ‘Priest’ conseguiram com este lançamento, influenciar muitas das bandas que surgiram na década de 90 dentro da cena metálica. Painkiller não seria um álbum tão influente se não fosse de facto um álbum espectacular, e quem o tem sabe que é matador!

Do ponto de vista musical, o álbum é uma delicia para os fãs da banda e para os fãs de guitarras, já que o trabalho das mesmas no álbum é fenomenal, juntamente com os seus solos que são do outro mundo. O mesmo se aplica ao trabalho de bateria que é intenso e bombástico. Os guitarristas Glen Tipton e K.K. Downing fazem maravilhas em conjunto com as suas guitarras, ‘despejando-nos’ riff’s furiosos e solos brutais. Scott Travis na bateria faz um trabalho perfeito e faz com que o som muitas vezes se aproxime do Heavy/Speed Metal. Não me poderia esquecer do Metal God Rob Halford que mostra porque é o vocalista de Metal mais influente de sempre e um dos melhores vocalistas do género.

Painkiller ‘dispara’ na nossa direcção, dez músicas de puro Heavy Metal, ao estilo NWOBHM, onde os Judas Priest são um dos pioneiros. Todas as faixas são espectaculares! Tirando ‘A Touch Of Evil’, todas as restantes faixas do álbum são rápidas, matadoras e simplesmente sensacionais de se ouvir com o volume no máximo. É muito dificil eleger as melhores faixas do álbum. O facto é que cada música mantem o mesmo nível elevado de qualidade: excelentes vocais do Metal God Rob Halford, um intenso e espectacular desempenho na bateria de Scott Travis e um energético e espectacular performance nas guitarras por parte de Glen Tipton e K.K. Downing.

Leitores, este álbum é puro Heavy Metal. Um álbum que merece estar em qualquer colecção de Metal que se preze. Um clássico que por isso merece nota máxima.

Melhores músicas: Todas são absolutamente fantásticas, mas nomeio ‘One Shot at Glory’.

Nota: 10/10 

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