[Crítica] ThanatoSchizO – Zoom Code

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ThanatoSchizO – Zoom Code
Data de lançamento: 2008
Género: Rock Progressivo/ Death-metal
Editora: My Kingdom Music (Recital Records em Portugal)

 

Tracklist:

1. Thick ‘n’ Blurry
2. L.
3. Hereafter Path
4. (Un)bearable Certainty
5. Pleasure Pursuit
6. The Shift
7. Last of the Few
8. Pale Blue Perishes
9. Pervasive Healing
10. Nothing As it Seems
11. Awareness

Line-Up:

Paulo Adelino (bateria, percussão)
Filipe Miguel (teclado)
Eduardo Paulo (guitarra, voz de apoio)
Guilhermino Martins (guitarra)
Patrícia Rodrigues (voz)
Miguel Angelo (baixo)

Sítio oficial:

www.myspace.com/thanatoschizo

 

Foram 4 anos para os ThanatoSchizO darem o passo seguinte a “Turbulence”, álbum de 2004. Esse período, apesar de longo, parece muito bem aproveitado quando se ouve “Zoom Code”, o novo registro desta banda Portuguesa.

Demonstram uma evolução geométrica e a construção de uma personalidade autêntica. A coragem e o talento em misturar Metal com outras sonoridades díspares, transparecem de forma aconchegante e dinâmica. “Zoom Code” não revela toda sua magestade antes da quinta volta do no CD Player, e, a cada nova audição, descobre-se mais algum detalhe, uma melodia, uma atmosfera, sendo que acaba por se familiarizar com as composições, mesmo que não se aperceba disso é portanto, portanto sendo um album complexo, torna-se “magico” pos estes detalhes.
O trabalho da dupla de vocalistas, Eduardo Paulo e Patricia Rodrigues, está bem conjugado, criando um ambiente diversificado e envolvente. A utilização de instrumentos mais exóticos dão um toque World Music
peculiar e marcante. O violino de Tim Harris (Estradasphere) em “L.” faz toda a diferença, harmonizando perfeitamente com forte refrão. Já a concertina de António Pereira, dá um brilho especial a “Hereafter Path”. Os recursos eletrônicos são uma mais-valia eficazmente aplicada por todo álbum. O desprendimento e o carater único fazem da audição de “Zoom Code” algo mais do que escutar um disco meia dúzia de vezes e colocá-lo na prateleira junto com os demais. Metal trabalhado e sem fronteiras.

Esperemos que com este pequeno passo a banda possa tentar voos mais altos como a sua internacionalização.

notas8

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