[Crítica] Opeth – Watershed

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Opeth – Watershed
Data de lançamento: 2008
Género: Death Metal
Editora: Roadrunner

Tracklist:
01. Coil
02. Heir Apparent
03. The Lotus Eater
04. Burden
05. Porcelain Heart
06. Hessian Peel
07. Hex Omega

Os Opeth gravaram uma oitava chamada “Derelict Herds”, e três covers:
01. Derelict Herds
02. Bridge of Sighs (cover de ROBIN TROWER)
03. Den Ständiga Resan (cover de MARIE FREDRIKSSON)
04. Would? (cover de ALICE IN CHAINS)

Line-up:

Mikael Åkerfeldt – voz e guitarra
Fredrik Åkesson – guitarra
Martin Mendez – baixo
Per Wiberg – teclado
Martin Axenrot – bateria

Um dos colectivos mais aclamados pela crítica mundial Opeth é uma daquelas bandas que ou se adora ou se odeia, normalmente não há um meio termo.
Este quinteto sueco tem em “Watershed” o seu nono lançamento, 55 minutos distribuídos algures entre o Metal extremo e o Rock progressivo da década de setenta.
A formula é, basicamente, a mesma usada nos lançamentos anteriores da banda, logo ficamos sempre a espera de uma grande album. Significa que quem não gostava da banda, dificilmente passará a gostar depois de ouvir “Watershed”, e quem já gostava, deve continuar a gostar, visto a banda não introduzir grandes novidades no seu som.
O grande defeito do álbum é que algumas das secções das músicas parecem algo desconectadas umas das outras, algo que não acontecia tanto, por exemplo, no “Blackwater Park”, de 2001.
Podems encontrar de tudo neste album, desde a agressividade e peso característica do Black\Death Metal, a melancolia e grandiosidade do Rock progressivo, com a voz de Mikael Åkerfeldt a liderar, dividindo-se entre os death growls e voz limpa, fria e distante. Os novos membros Martin Axenrot e Fredrik Åkesson, na bateria e guitarra, respectivamente, não trazem grandes novidades no que toca à escrita e composição, mas cumprem bem o seu papel, aliás toda a banda mantem-se fiel ao seu próprio estilo já criado e cada vez com “raizes mais fundas na terra”.

Resumindo, “Watershed” é mais um bom álbum de Opeth, não traz muitas novidades, sinceramente a graciosidade nem precisa, mas vai certamente agradar aos fãs da banda sueca.

notas8

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