[Crítica] Trivium – Shogun

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Trivium – Shogun
Data de lançamento: Setembro 2008
Género: Thrash Metal
Editora: Roadrunner

Tracklist:

1. “Kirisute Gomen” – 6:27
2. “Torn Between Scylla and Charybdis” – 6:50
3. “Down from the Sky” – 5:34
4. “Into the Mouth of Hell We March” – 5:52
5. “Throes of Perdition” – 5:54
6. “Insurrection” – 4:57
7. “The Calamity” – 4:58
8. “He Who Spawned the Furies” – 4:07
9. “Of Prometheus and the Crucifix” – 4:40
10. “Like Callisto to a Star in Heaven” – 5:26
11. “Shogun” – 11:22

Line-up:

# Matt Heafy – vocais, guitarra
# Corey Beaulieu – guitarra, 2º vocais
# Paolo Gregoletto – baixo, 2º vocais
# Travis Smith – bateria

“Shogun” é um álbum tão fenomenal que é muito difícil arranjar palavras para expressar a minha total satisfação por ouvir um álbum desta qualidade. Apesar de não ser um álbum comprido (o que o torna grande é a última faixa “Shogun”), “Shogun” tem muitas fases dentro das suas onze músicas. Melódico, pesado, rápido, agressivo, tudo encaixa bem no novo trabalho da banda.

Logo na primeira faixa, “Kirisute Gomen”, notamos que a banda resolveu aplicar umas influências orientais á sua musica, o que ficou fabuloso. Inicio matador com excelentes vocais do cada vez mais conhecido e excelente Matt Heafy. Algo que os Trivium conseguem criar e unico, são os seus refrões melódicos e espectaculares, seja ao nivel da letra como da própria qualidade musical. São refrões que facilmente nos ficam no ouvido. Um grande trabalho de guitarras e convém também realçar o grande ritmo de Travis Smith que se mostra fenomenal.

“Torn Between Scylla and Charybdis”. Que música. que ritmo, que riff’s, que qualidade esta banda demonstra! Uma das melhores faixas do álbum onde mais uma vez, Matt se esmera nos vocais. Matt Heafy utiliza vocais semelhantes aos usados em “The Crusade”, ora apostando em vocais mais melódicos, ora fazendo vocais mais guturais, bem ao estilo Metalcore e por vezes Death Metal.

“Down From The Sky”. Estou sem palavras. Ouvir uma faixa com tamanha qualidade como esta, não acontece todos os dias. A letra, o refrão, o trabalho de guitarras, o baixo, o ritmo da bateria, os vocais, tudo está em perfeita sitonia, o que faz com que “Down From The Sky” seja a melhor faixa do álbum e uma das melhores músicas do ano.

“Into The Mouth Of Hell We March” é outra das grandes faixas do álbum. O estilo caracteristico da banda está bem presente e (mais uma vez) o refrão é simplesmente espectacular. Dos 3:10 minutos aos 3:35 temos mais um momento á lá “Creeping Death” dos Metallica, que deverá funcionar muito bem ao vivo. De realçar também o excelente solo de Matt e Corey, presente nesta faixa.

“Throes Of Perdition”. Bom, os Trivium são uma grande banda de Thrash Metal. Não há como negar isto e esta faixa prova-o. Inicio de música com riff’s explosivos num ritmo frenético, onde Travis Smith mostra que facilmente poderia substituir um Lars Ulrich nuns Metallica. Mais uma vez, o refrão é genial.

“Insurrection” vem na mesma linha da faixa anterior. Rápida e agressiva, é das melhores faixas do álbum.

“The Calamity” e “He Who Spawned The Fury” são faixas mais melódicas, mas não é por isso que perdem o “andamento” das músicas anteriores. São músicas marcadas por excelentes letras musicais, viciantes refrões e um grande trabalho em conjunto de todos os membros da banda, que criam, especialmente em “The Who Spawned The Fury” grandes momentos de satisfação, por se ouvir bom Heavy Metal.

“Of Prometeus And The Crucifix” é linda! Para quem realmente percebe, reparem o trabalho de guitarras e bateria por detrás da voz de Matt. Simplesmente genial! E Matt prova que é um grande vocalista.

“Like Callisto to a Star in Heaven” é uma faixa bem Thrash e vem-nos dar o que temos acompanhado ao longo do álbum, bom Heavy Metal. O trabalho de guitarras mais uma vez cria uma sonoridade brutal, como poucos sabem fazer, comprovando que Corey e Matt são guitarristas de outra categoria.

“Shogun” é a ultima faixa do álbum. São 11 minutos. Mas são 11 minutos que se podem tornar 22 ou 33 minutos, porque “Shogun” (música) é tão boa, tão bem executada, tão épica, tão melódica, que nos vamos sentir “obrigados” a repeti-la pelo menos uma segunda vez. Faz-me lembrar a melhor música de 2007 dos Machine Head, “Farewell To Arms” do clássico “The Blackening”. “Shogun” termina de uma maneira explosiva e brutal que a torna ainda mais espectacular.

“Shogun” (álbum) é tudo o que eu pedia aos Trivium. Um trabalho melhor que “The Crusade” (que já é excelente) e um grande trabalho de Heavy Metal como a banda sempre nos habituou. A banda é composta por excelente músicos, de onde não podemos esquecer o excelente Paolo Gregoletto (baixo) que proporciona outro ambiente e sonoridade às músicas da banda. Não fosse ele grande admirador do lendário Steve Harris…

Nota: 9.0/10

“Down From The Sky”

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