[Crítica] Kreator – Hordes of Chaos (2009)

by

KREATOR – Hordes of Chaos
Lançamento: Janeiro 2009
Género: Thrash/ Death-metal
Editora: SPV Steamhammer


Tracklist:
1. Hordes of Chaos (A Necrologue For the Elite)
2. Warcurse
3. Escalation
4. Amok Run
5. Destroy What Destroys You
6. Radical Resistance
7. Absolute Misanthropy
8. To the Afterborn
9. Corpses of Liberty
10. Demon Princes

Kreator é:
Mille Petrozza (voz/guitarra)
Sami Yli-Sirniö (guitarra)
Christian “Speesy” Giesler (baixo)
Jürgen “Ventor” Rail (bateria)


Um dia depois do concerto dos alemães em solo português no Teatro Sá da Bandeira no Porto, em promoção deste mesmo disco, aqui está a critica como prometida.

Desta feita e olhando à capa sugestiva, há bem mais no miolo do que se podia esperar. Não que a banda tenha muito o que provar aos adeptos do género, mas sim porque depois de alguns devaneios musicais pela década passada, esses mesmos fãs já andavam na calha por um disco digno de thrash metal com verdadeiros tomates.
“Hordes of Chaos” no alto das suas 10 faixas, consegue devolver-nos uma vitalidade impressionante para um conjunto já com mais de duas décadas no corpanzil. Se procuram um disco violento, sem contas a prestar neste ano que ainda é uma criança, não olhem mais. Este disco vai encher-vos as medidas durante um bom tempo. Aliás é o melhor disco de thrash a passar-me pelas mãos desde o “Formation of Damnation” dos Testament. A abordagem do disco é tão brutal que é impossivel não fazer “headbang”.
Entre as minhas favoritas destaco “Warcuse” uma malha rápida, com brilhantes solos e bateria non-stop, “Destroy What Destroys You” como uma pérola em muito pela letra bem conseguida e “Absolute Mishantrophy” com uma introdução a dois tempos e pedais duplos como se de um “coice metálico” se tratasse, bem mais destacável aqui que a letra que passa para segundo plano num piscar de olhos. No geral é um disco que se tira máximo proveito desde que ouvido do principio ao fim, e aproveitar o “kick in the face” sonoro de Mille e Jürgen. Pontos menos bons para a curta longevidade do disco e para a produção algo “plana” e sem picos mais bem conseguidos na mixagem. Os Kreator mostram vitalidade, mostram o querer superar-se e elevar a fasquia do género mais um pouco, mostrando a faceta mais trabalho e menos conversa que sempre pautou o thrash old-school no novo milénio que ainda não viu em grandes quantidades grandes álbuns de thrash… Quer dizer, pelo menos até agora. A Ordem para o Caos foi lançada, trave-a quem puder…

notas85

Etiquetas: , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: