[Crítica] Bloodbath – Fathomless Mastery

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Bloodbath – The Fathomless Mastery
Data de lançamento: Outubro 2008
Género: Death Metal
Editora: Peaceville Records

Tracklist:

1. “At the Behest of Their Death” – 3:41
2. “Process of Disillumination” – 3:09
3. “Slaughtering the Will to Live” – 3:37
4. “Mock the Cross” – 4:02
5. “Treasonous” – 4:13
6. “Iesous” – 3:33
7. “Drink from the Cup of Heresy” – 3:36
8. “Devouring the Feeble” – 3:11
9. “Earthrot” – 3:19
10. “Hades Rising” – 5:05
11. “Wretched Human Mirror” – 4:12

Lineup:

Mikael Åkerfeldt – voz
Anders Nyström – guitarra
Jonas Renkse – baixo
Martin Axenrot – bateria
Per Eriksson – guitarra

Os Bloodbath são, infelizmente, uma super-banda. Uma banda que reúne grandes talentos do metal (Opeth, Katatonia, Ayreon, Witchery), e digo infelizmente porque com isto quem sofre são os fans, que poucas oportunidades têm de os ver ao vivo.

The Fathomless Mastery é o terceiro álbum “completo” da banda, e apesar de nos oferecer 11 faixas, não deixa de parecer curto e deixar-nos a desejar por mais uma vez que apenas tem cerca de 40 minutos.

Eleito por muitos como álbum do ano de 2008, The Fathomless Mastery é um álbum brutal em todos os sentidos. Decerto agradará aos mais puristas do género, uma vez que ultimamente a oferta tem vindo mais a nível de death metal melódico, e muitas vezes repetido. No entanto, ultimamente são poucas são as bandas que conseguem inovar dentro do género e ao mesmo tempo manter uma atmosfera negra e brutal como os Bloodbath conseguem.

O álbum arranca a uma velocidade elevada, dando oportunidade ao Martin Axenrot para fazer aquilo que pouco tem feito em Opeth nos últimos álbuns: pedal duplo e “bora lá com o speed”.

A voz de Mikael Åkerfeldt está irrepreensível do início ao fim, e mesmo havendo quem compare a voz de Mikael à de Peter Tägtgren, preferindo esta última, penso que os guturais mais graves e fortes de Mikael assentam melhor no estilo actual de Bloodbath.

Existem músicas naturalmente mais calmas, mas todas combinam bem, fazendo de Fathomless Mastery um álbum bastante coeso.Entre todas as músicas do álbum destaco “Process of disillumination “, “Drink from the cup of heresy” e “Hades rising” como favoritas.

Fico sem dúvida a aguardar, que o super-grupo resolva parar um bocadinho os projectos principais, e que faça uma tour com os Bloodbath, porque ao vivo decerto que farão um grande espectáculo.

O primeiro clip deste novo álbum foi gravado em finais de Janeiro, não tendo sido ainda lançado, pelo que fica um videoclip do álbum anterior.

notas85
Bloodbath – Eaten

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