[Crítica] Iron Maiden – Killers

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Iron Maiden – Killers
Data de lançamento: Fevereiro 1981
Género: Heavy Metal (NWOBHM)
Editora: EMI

Tracklist:

1. “The Ides of March” – 1:46
2. “Wrathchild” – 2:54
3. “Murders in the Rue Morgue” – 4:18
4. “Another Life” – 3:22
5. “Genghis Khan” – 3:06
6. “Innocent Exile” – 3:53
7. “Killers” – 5:01
8. “Prodigal Son” – 6:11
9. “Purgatory” – 3:20
10. “Drifter” – 4:48

Lineup:

Paul Di’Anno – vocais
Dave Murray – guitarra
Adrian Smith – guitarra
Steve Harris – baixo
Clive Burr – bateria

 

O segundo álbum da banda liderada por Steve Harris, lançado um ano após o clássico “Iron Maiden”, ficou marcado com a entrada de Adrian Smith, o guitarrista que viria dar ainda mais à banda, uma personalidade muito própria e única.

Não se pode dizer concretamente que “Killers” é um álbum melhor que o seu antecessor, mas nota-se claramente uma evolução por parte da banda no sentido de criar músicas mais técnicas e trabalhadas, seja a nivel de bateria, baixo, vocal ou mesmo nas guitarras.

“The Ides Of March” é uma instrumental curta mas muito bem conseguida, que serve de introdução à excelente e mítica “Wrathchild”, uma música espectacular onde Di’anno faz um excelente trabalho vocal. “Murders in the Rue Morgue” é das melhores músicas da banda, com um refrão viciante e riff’s espectaculares. Segue-se a brutal “Another Life” e percebemos porque Iron Maiden é tão especial e tão bom. Traduzir por palavras a qualidade desta música é díficil. Riff’s matadores, solos muito bem conseguidos e mais uma vez, a música está muito bem conseguida liricamente. “Genghis Khan” é uma faixa instrumental e, como ficou demonstrado em “Trnasylvania” do primeiro álbum, temos aqui outra faixa simplesmente genial, com um trabalho de bateria, baixo e guitarras fenomenal.

“Innocent Exile” é uma faixa mais “calma”, digamos mais Hard-Rock mas igualmente muito boa, acelerando mais para o fim, contando com um solo que acompanha de igual forma a qualidade da música. Depois segue-se “Killers”… “Killers” é das melhores faixas alguma vez produzidas no tempo de Di’Anno. O começo da música com os gritos estridentes do vocalista são “arrepiantes” e quando damos entrada nos ritmos acelerados da música ficamos completamente rendidos a tamanha qualidade sonora que a banda debita nesta faixa. “Prodigal Son” é um genero de balada e é fenomenal. É ouvir para crer.

O álbum encerra com duas faixas demolidoras. “Purgatory” e “Drifter” são rápidas, com um ritmo explosivo e ao mesmo tempo melódico, como só Maiden sabe fazer. Terminam em beleza um verdadeiro clássico do Metal, recheado de “hinos” da banda.

Sem dúvida que os dois primeiros álbuns da banda, assim como, outros que se seguiram  foram marcos importantes na ascensão do género que tanto adoramos nos dias de hoje. Sem os Maiden, o Metal não era o que é actualmente.

notas10

Iron Maiden – Killers

Iron Maiden – Drifter

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