[Crítica] Iron Maiden – Seventh Son Of A Seventh Son

by

Iron Maiden – Seventh Son Of A Seventh Son
Data de lançamento: Abril 1988
Género: Heavy Metal (NWOBHM)
Editora: EMI

Tracklist:

1. “Moonchild” (Bruce Dickinson, Adrian Smith) – 5:39
2. “Infinite Dreams” (Steve Harris) – 6:09
3. “Can I Play with Madness” (Dickinson, Smith, Harris) – 3:31
4. “The Evil That Men Do” (Dickinson, Smith, Harris) – 4:34
5. “Seventh Son of a Seventh Son” (Harris) – 9:53
6. “The Prophecy” (Dave Murray, Harris) – 5:05
7. “The Clairvoyant” (Harris) – 4:27
8. “Only the Good Die Young” (Dickinson, Harris) – 4:42

Lineup:

Bruce Dickinson – vocais
Dave Murray – guitarra
Adrian Smith – guitarra
Steve Harris – baixo
Nicko McBrain – bateria

 

Verdade seja dita. Em 1988, poucas bandas tinham o estatuto dos Iron Maiden. Possivelmente teríamos os Metallica, Black Sabbath e AC/DC no mesmo patamar e isto falando exclusivamente de Metal, mesmo sabendo que os AC/DC tinham um som muito “confundido” com o Heavy Metal.

“Seventh Of Son Of A Seventh Son” foi o primeiro album conceptual da banda. Lançado dois anos após “Somewhere In Time” que foi um sucesso comercial, a banda não quis fugir á regra e presenteou-nos com um disco realmente espectacular. Por muitos considerado um dos três melhores discos da banda.

Mais uma vez a banda apostou forte nas melodias e na criação de canções com letras marcantes e bonitas, como é o caso de “Infinite Dreams”, “The Evil That Men Do”, “The Prophecy” ou “Only The Good Die Young” só para citar alguns exemplos, porque todo o álbum é constante, ou seja, encontrar uma música “fraca” ou má, é missão impossível. Por ser um álbum conceptual, este trabalho torna-se portanto logo diferente dos restantes discos dos Maiden, o que como expliquei na analise ao “Somewhere In Time”, se torna difícil dizer que A é melhor que B (exemplo: Powerslave melhor que Seventh Son Of A Seventh Son).

As músicas abordam temas como magia e poderes mágicos do “sétimo filho do sétimo filho”, no Bom vs Mal, no misticismo, nas visões dos profetas e ainda na reencarnação da vida. Apesar de não a considerar a melhor do álbum (porém é excelente), vou referir a “The Clairvoyant” que está muito bem elaborada e para mim é das faixas em que melhor a banda conseguiu unir todos os instrumentos e criar uma excelente música. A faixa “Can I Play With Madness” está também muito bem concebida, fazendo lembrar “Die With Your Boots On” de “Piece Of Mind”, uma faixa bem divertida.

O grande destaque vai para três músicas. “Infinite Dreams” que é magnifica. Seja pela forma como começa, com uma melodia linda, seja pela forma como acaba, de forma “estrondosa”! E como não podia deixar de ser, a faixa-titulo, “Seventh Son Of A Seventh Son”, sendo do mesmo estilo de “Rime Of The Ancient Mariner” (Poweslave) e “Alexander The Great” (Somewhere In Time). Um grande clássico que mostra como se cria musicas grandes sem se tornarem cansativas ou maçadoras. E Bruce… Bruce é fenomenal! E a espectacular e empolgante “The Evil That Men Do” que é do outro mundo, sendo das músicas mais pedidas pelos fãs para a banda tocar ao vivo.

“SSOASS” fica marcado por ser o último álbum com a participação de Adrian Smith (que viria a juntar-se á banda em 1999) e por ser considerado como o último clássico da banda, o ultimo trabalho dos Golden Years, os famosos anos em que NINGUÉM alcançou a qualidade dos trabalhos da banda britânica. Não resta concluir mais nada, senão referir que “SSOASS” é dos melhores álbuns de Heavy Metal de sempre.

notas10

Etiquetas: , , , , , ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s


%d bloggers like this: